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Projeto 365 – Dia 214 – Rogue One: Uma História Star Wars

Sinopse: 

Ainda criança, Jyn Erso (Felicity Jones) foi afastada de seu pai, Galen (Mads Mikkelsen), devido à exigência do diretor Krennic (Ben Mendelsohn) que ele trabalhasse na construção da arma mais poderosa do Império, a Estrela da Morte. Criada por Saw Gerrera (Forest Whitaker), ela teve que aprender a sobreviver por conta própria ao completar 16 anos. Já adulta, Jyn é resgatada da prisão pela Aliança Rebelde, que deseja ter acesso a uma mensagem enviada por seu pai a Gerrera. Com a promessa de liberdade ao término da missão, ela aceita trabalhar ao lado do capitão Cassian Andor (Diego Luna) e do robô K-2SO.

Opinião:

“Que a força esteja com vocês”

Sei que é um clichê começar com essa frase, mas Rogue One cria uma intimidade tão forte com a premissa básicas dos Jedis que é impossível não dar destaque a isso. Aliás, essa história toda é bem íntima da saga de George Lucas, já que se conecta com o primeiro filme da saga e, acrescentando detalhes interessantes que somente eram comentados no filme Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança.

A fotografia, aliada aos efeitos visuais clássicos, ajuda a fazer menção ao filme de 1977, trazendo detalhes bem cuidadosos como naves espaciais, discos rígidos antigos e cenografia bem característica da época.

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A trilha sonora quis trazer novos elementos, inspirando-se no trabalho realizado por John Williams. Claro que o impacto é menor, afinal, você fica lá esperando aquela música tema tão característica e se surpreende ao ver que ela não está presente, mas ainda sim ela agrega e ajuda bem na parte emocional do filme.

Agora, a parte principal do filme é o seu roteiro. A forma como encontraram de contar essa história e integrá-la na seqüência clássica é, sem dúvida, algo de extremo bom gosto. Houve um respeito aos personagens secundários que aparecem em Star Wars Episódio IV: Uma Nova Esperança, além de trazer o ícone Darth Vader em sua versão mais sombria possível.

Quem já assistiu sabe que Vader não é a única surpresa, pois a Disney e a Lucas Films resolveram presentear os fãs com uma série de nostalgia, fazendo quem gosta da saga dar pequenos saltos na cadeira com aparições de personagens clássicos.

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É lógico que o roteiro não é bom somente pelo fato de ter elementos nostálgicos, afinal, aí sim ele seria apenas um blockbuster para ganhar dinheiro. Rogue One tem sua história própria, contendo personagens que tem sim capacidade de honrar a série e criar uma boa atmosfera. Trazendo muita ação e diálogos complexos, essa trama reaquece as discussões políticas que sempre vimos em Star Wars e prepara todo o terreno para a batalha que vemos no episódio IV da saga.

Por fim, vale dizer que o filme tem um começo explicativo e morno, até para criar corpo e consistência para a história, mas vai aumentando a temperatura e termina com uma intensidade de tirar o fôlego capaz de agradar admiradores da saga e curiosos (porque sim, é possível ver Rougue One sem saber tudo de Star Wars).

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About Celso Bove

Celso Bove Publicitário, Webdesigner, Blogueiro, fotógrafo, amante de todos os tipo de arte, em especial cinema. Fundador do Blackcine.

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